Aliança Rara RioARAR

Sobre a ARAR

Uma articulação da sociedade civil pelas pessoas com doenças raras

Unindo vozes, fortalecendo direitos e transformando realidades.

Quem somos

Uma rede construída coletivamente

A Aliança Rara Rio – ARAR é uma articulação da sociedade civil que reúne associações, grupos de apoio e organizações que atuam na defesa dos direitos das pessoas com doenças raras no Estado do Rio de Janeiro.

A ARAR nasce da união de diferentes experiências, realidades e necessidades em torno de uma causa comum: garantir que as pessoas com doenças raras sejam reconhecidas, ouvidas e tenham seus direitos efetivamente assegurados.

Somos uma rede que conecta organizações e pessoas para compartilhar conhecimentos, fortalecer iniciativas, ampliar a visibilidade das doenças raras e contribuir para a construção de políticas públicas que respondam às necessidades reais de quem vive com essas condições e de suas famílias.

Nossa atuação envolve

  • informação
  • conscientização
  • participação social
  • defesa de direitos
  • articulação institucional
  • educação
  • mobilização
  • diálogo com gestores públicos
  • profissionais
  • pesquisadores
  • instituições
  • sociedade civil

Nossa força está na união.

Missão

Unir e fortalecer associações, grupos, pessoas com doenças raras e familiares, promovendo informação, participação social, defesa de direitos e articulação para a construção e o aprimoramento de políticas públicas que assegurem cuidado integral, equidade, inclusão, autonomia e qualidade de vida.

Visão

Ser uma rede de referência no Estado do Rio de Janeiro na articulação e representação da sociedade civil em defesa das pessoas com doenças raras, contribuindo para uma sociedade em que a raridade de uma condição não seja motivo de invisibilidade, exclusão ou violação de direitos.

Valores

Valores que orientam a ARAR

União

Acreditamos que a diversidade das doenças raras pode se transformar em força quando diferentes organizações e pessoas trabalham juntas.

Dignidade

Toda pessoa tem direito ao respeito, à autonomia, à liberdade de escolha e a uma vida digna.

Equidade

Reconhecemos necessidades diferentes e defendemos respostas adequadas às diferentes realidades.

Inclusão

Defendemos a participação plena das pessoas com doenças raras em todos os espaços da sociedade.

Protagonismo

A pessoa com doença rara deve ser reconhecida como sujeito de direitos e protagonista das decisões que impactam sua vida.

Participação social

Defendemos a presença efetiva da sociedade civil na construção, acompanhamento e avaliação das políticas públicas.

Solidariedade

Valorizamos cooperação e apoio mútuo.

Transparência

Atuamos com ética, responsabilidade, diálogo e transparência.

Respeito à diversidade

Reconhecemos a pluralidade das doenças, pessoas, famílias e territórios.

Defesa de direitos

Direitos devem ser conhecidos, acessíveis e efetivamente garantidos.

Objetivos

Objetivos da ARAR

  • Fortalecer a articulação da sociedade civil.
  • Defender os direitos das pessoas com doenças raras.
  • Contribuir para políticas públicas.
  • Ampliar a participação social.
  • Ampliar o acesso à informação qualificada.
  • Promover conscientização.
  • Contribuir para o diagnóstico oportuno.
  • Defender o cuidado integral.
  • Reduzir desigualdades territoriais.
  • Fortalecer as organizações integrantes.
  • Promover educação e capacitação.
  • Estabelecer diálogo institucional.
  • Valorizar o protagonismo das pessoas com doenças raras e familiares.

Princípios

Princípios de atuação

Nada sobre nós sem nós

As pessoas com doenças raras e seus familiares devem participar das decisões que afetam suas vidas.

A pessoa antes da doença

A condição de saúde não define a totalidade da pessoa.

Diversidade dentro da raridade

Doenças raras possuem características e necessidades diferentes.

Defesa baseada em direitos

As pessoas com doenças raras são sujeitos de direitos.

Evidências e informação qualificada

Valorizar conhecimento científico, fontes confiáveis e experiências das pessoas.

Participação democrática

Políticas públicas devem ser construídas com participação social.

Cooperação

Construir pontes e fortalecer iniciativas coletivas.

Equidade territorial

O local onde uma pessoa vive não deve determinar seu acesso aos direitos.

Intersetorialidade

As necessidades das pessoas com doenças raras ultrapassam a área da saúde.

Transparência e responsabilidade

A atuação da ARAR deve ser ética, responsável e transparente.

Nada sobre nós sem nós.